Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Clube da Esquina



(para ampliar, clique na imagem)

Domingo, 31 de Maio de 2009

O jardim está florido mas a flor não está lá.
(nem o pranto é capaz de florecê-la)
Foste o vento que a levaste daqui?
(o vento, o tempo)
Quê a faria desmurchar?
(e ela o quer?)
Melhor o esquecimento.
(mas você não o quer.)

Flower não é flor...

(...mas eu te dou o meu amor, little flower)

Pensamentos floream rastros sin luz. Um buscar incansável, êxtase obscuro de prazeres yá olvidados. Fogos de artifício, montanha russa, ahora tinieblas. Na escuridão do quarto a luz entra pela falha da cortina, obrigando os olhos a levantarem o adormecido espírito cansado:
_ Levanta, pra vida!


Os carros, as pessoas, os homens da construção,
eles não sabem o peso dos olhos meus.
Nem os porcos, os corpos e copos virados na noite
sabem que minhas pernas, automáticas, levam meu corpo para caminhos que não escolhi.
Nem as flores murchas sabem que murcho eu também.
O choro da criança, o quente do pão, o cheiro do verde.
Eu passo, vazia.
Não sabem.
Menos saberei eu.

(20/05/09)

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

meu espírito por dentro dança
por fora essa jaula do cotidiano

Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Serenata na janela
ou mensagem virtual.
Não há pomba,
Não há paz,
Esta noite em meu lençol.

Corre zebra, cotia, tatu
pelos montes no quintal.
Voa pomba,
Chove chuva,
Adormeço em madrigal

08/03/09
_ O que você sente?
_ Gosto.
_ Mas gosta como?
_ Gostando...
E a avestruz se esconde junto àquilo que não consegue explicar.

Domingo, 12 de Abril de 2009

presentes virtuais

Deixo os linques de dois presentes lindos.
[A internet aproxima as pessoas. Mas de uma maneira tão peculiar,não?]

http://lukajota.blogspot.com/2009/03/imagem-do-carnaval.html

http://lukajota.blogspot.com/2009/01/aline.html

Sábado, 11 de Abril de 2009

Quadrinha das namoradas de Millôr


Luisa que me alisa,
Ana que me acanha,
Mariana que me ama,
Na cama.



(mas a quadrinha é minha.)


Sábado, 14 de Março de 2009

Aninhar


Aninha em meu peito
essa dor, calor crescente.
Adormece em meu abraço
cada fuga dos teus olhos.
Acarinha com seus dedos
lábios meus já tão carentes.
e Anoitece em câmera lenta
junto à mim e ao amanhecer.